terça-feira, 24 de julho de 2012

União em Defesa das Vítimas de Violência

A partir de hoje o Espaço Potencial apoia a "União em Defesa das Vítimas de Violência", organizada pela deputada federal Keiko Ota juntamente com representantes da sociedade civil empenhados em favorecer às vítimas o acesso à Justiça.

O UDVV é um movimento que tem como objetivo dar visibilidade e voz ás vítimas de violência, oferecendo apoio e atuando a favor da reforma do Código Penal Brasileiro.

Acesse o link no "Espaço Potencial Apoia" e conheça este importante trabalho.


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Com os pés no chão

Manter os pés no chão não significa mante-los enterrados nele.

Até que ponto a busca da verdade nos afasta ou nos aproxima daquilo que chamamos de "realidade"?

(continua)

terça-feira, 17 de julho de 2012

As Janelas da América


Por motivos especiais (e um tanto confidenciais) O Espaço Potencial utiliza fotos de vitrais como pano de fundo.

"America Windows" de Marc Chagall (1887-1985), é o mais novo vitral escolhido para o blog.

"O resultado de seis painéis celebra um país que abriga a liberdade de cultura e religião, ilustrando artes como musica, pintura, literatura, teatro e dança." (Art Institvte of Chicago). A diversidade em forma de arte!

Conheça um pouco mais sobre as "Janelas da América".

http://youtu.be/Bz2mioCp-M0

sexta-feira, 13 de julho de 2012


O Espaço Potencial é um blog de participação pública que privilegia a liberdade de expressão e pensamento, tendo a alteridade e os direitos humanos como norteadores fundamentais. Anteriormente batizado de "Insight" (2006-2008), o Espaço Potencial foi criado em 31 de março de 2010 com o objetivo de ser um espaço de reflexão e produção por meio de crônicas que abordam os mais variados assuntos. As críticas, sugestões e colaboração dos leitores e demais interessados na elaboração de idéias e construção de textos encontram no Espaço Potencial valor ético, o qual é colocado em movimento a cada participação.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

"Te odeio...tranquilamente"


Ontem, durante uma conversa sobre animosidades nas amizades, fiquei pensando sobre o lugar do ódio nas relações interpessoais. Não no ódio como sentimento integrante destas relações, mas sobre a ambivalência que estas podem ou não sustentar, sobretudo quando podemos afirmar algo como: “gosto de determinada pessoa, mas também a odeio de vez em quando”.

A ambivalência certamente é uma conquista do amadurecimento. Ela é bem diferente da ambigüidade, uma vez que esta última não delimita com clareza as coisas. Quando falamos de ambivalência, falamos de sentimentos claramente opostos, mas que estão integrados em si.

Somada a confiabilidade, a ambivalência de sentimentos nas relações interpessoais ganha uma característica importante: uma espécie de licença para odiar: licença dada por nós a nós mesmos, uma espécie de ódio que não nos consome por dentro porque sabemos que ele não fará mal a ninguém. Ele vai passar e quem sabe voltar, mas sem destruir. Este é o diferencial das relações ambivalentes.

O que nos faz grandes amigos e grandes amantes não é somente a possibilidade que temos de amar intensamente as pessoas, mas a possibilidade de odiá-las, só que com tranqüilidade.