domingo, 22 de maio de 2011

Só Podia Ser Você Mesmo!

Quando penso nesta frase, logo me vem à cabeça um enunciado de advertência aproximada à reprovação, do tipo: olha só o que você fez! Quantas vezes nossos pais ou amigos já falaram esta frase para demarcar algo que verificaram como sendo único?

Na verdade, único não é a palavra mais apropriada aqui. O adjetivo ainda melhor é singular. Então, quando eu troco a palavra único pela palavra singular, eu estou incluindo propositalmente a pessoa e sua criatividade.

Penso que a partir daí esta afirmação perde seu peso de reprovação, ou bronca, e ganha um sentido de enunciar que a presença do autor da arte está lá, e que de fato, só ele poderia fazer aquela arte, porque a arte é dele e de mais ninguém. A arte é ele!

Experimentemos então concordar com esta frase:

Sim, só podia ser eu mesmo! Este sou eu.

P.s.: dedico este texto a Paula Martins de Freitas, querida amiga desencontrada, que sem querer, ajudou-me a me encontrar, inusitadamente.

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